Pressão, casa cheia e rival difícil: Tricolor tem seu maior desafio na Libertadores

Grêmio aponta o duelo desta quarta-feira, contra o Universidad de Chile, em Santiago, como o mais complicado da primeira fase da competição

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Maxi López espera um jogo muito difícil

Não será apenas mais um jogo. O Grêmio colocou na cabeça, e com bons argumentos, que a partida desta quarta-feira, contra o Universidad de Chile, em Santiago, será a mais casca grossa da primeira fase da Libertadores da América. Três elementos pesam na convicção tricolor: a possibilidade de La U entrar de vez na briga pela liderança do Grupo 7, a forte presença de público no lendário estádio Nacional (deve receber mais de 40 mil pessoas), e a qualidade do adversário, superior ao Boyacá Chicó e ao Aurora.

– Vai ser nossa partida mais complicada. O adversário vai jogar a vida contra nós. Teremos que trabalhar muito bem para sair com um bom resultado – alertou o argentino Maxi López, em entrevista no saguão do hotel em que o Tricolor está concentrado em Santiago.

O técnico interino Marcelo Rospide, que ocupa o cargo desde a saída de Celso Roth, concorda com Maxi. Ele chega a falar em jogo viril em Santiago.