Polícia pede prazo maior para concluir suposto caso de racismo no Mineirão

Elicarlos, do Cruzeiro, acusa Maxi López, do Grêmio, de tê-lo chamado de ‘macaco’ durante jogo válido pela semifinal da Taça Libertadores


Elicarlos prestou depoimento na delegacia dentro do Mineirão na época da partida contra o Grêmio

A Polícia Civil divulgou uma nota oficial sobre o suposto caso de racismo envolvendo o volante do Cruzeiro, Elicarlos, e o atacante do Grêmio, Maxi López, em jogo pela semifinal da Libertadores, no Mineirão. O titular da 16ª Delegacia de Polícia, delegado Hélcio de Sá Bernardes, que preside o inquérito, solicitou dilação do prazo ao juiz. A Polícia Civil ainda aguarda a liberação das imagens do jogo, solicitadas à Justiça para perícia. Os jogadores envolvidos no caso, incluindo o meia Wagner, que estava perto do lance, já prestaram depoimentos.

Elicarlos e Maxi López se desentenderam quando o argentino teria chamado o atleta da Raposa de “macaco”. Na oportunidade, o cruzeirense denunciou o gremista. Foi lavrado um boletim de ocorrência, no próprio Mineirão. O inquérito instaurado para apurar a denúncia de preconceito racial registrada por Elicarlos ainda não foi concluído.

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